Estado da Nação

Portugal não navega, flutua!
Temos um país que nos últimos 30 anos gozou de moderada prosperidade e relativo sucesso, principalmente a nível social, conseguindo uma evolução fenomenal que nos coloca no topo do ranking mundial entre os mais prósperos países, estamos no 27º lugar no IDH das Nações Unidas.
Aparte desta realidade “prazenteira”, não navegamos rumo ao futuro, limitamo-nos a flutuar sem que até agora se tenha escolhido qualquer tipo de rumo definido e concreto com vista a sustentabilidade do “barco”. Não se dotou de meios nem infra-estruturas ou sequer delineou estratégias de fundo tendo em conta uma realidade a médio-longo prazo no campo económico.O País tem reduzidas dimensão, tanto geográfica como económica, encontra-se afastado dos centros decisores (sim é membro e pleno direito da EU, mas o seu peso é simbólico e esvaziado de qualquer influência!) e enfrenta por isso os efeitos da globalização em toda a sua abrangência (cultural económico-social). Portugal sofre do conservadorismo tipicamente europeu, particularmente o mediterrânico, concentra nas suas bandeiras sociais (desemprego e a consequente manutenção a curto prazo etc.) todos os esforços, cultiva de certo modo como referência um dos autores, a imagem de se “viver a conta do estado”. Coloca-se assim de lado problemas imediatos e perigos potenciais como o aumento das importações ou a perda exponencial de competitividade que é um problema já decorrente e que não cessa. Existe ainda um clima microeconomico que considera a abertura de novos mercados um perigo, quando o deveriam visualizar como uma oportunidade de espaço e crescimento. Precisamos de um rumo, de um novo modelo de desenvolvimento, e que seja considerado o quanto antes, pois assim arrisca-se a ir ao fundo e ver-se numa tremenda crise económico-social. A tão em voga revolução digital, mais do conhecimento geral como o choque tecnológico, é apenas uma das variáveis, não se pode apostar apenas em parte para que esta actue como solução para um problema bem mais abrangente. É preciso aumentar a produtividade, estimular a criatividade, flexibilizar a mão-de-obra, empreendorismo precisa-se. É preciso acabar com o “queixo-me” geral (espelho disso são os lobby’s sindicais, que colocando entraves limitadores sem fundamento numa economia de mercado). Se o barco Portugal necessita-se de um cognome para o futuro esse seria a “Sustentabilidade”. Estamos perante um mundo dinâmico em constante mutação, deveríamos apostar no turismo, nos serviços, nos têxteis e em tudo em que temos uma palavra a dizer, know how ou somos já reconhecidos na cena internacional, potencializar assim as nossas mais valias, vantagens competitivas e criar valor acrescentado não só para o país mas também para o mercado internacional. Necessitamos numa contínua aposta na formação, tanto dos empregados como dos empresários, estas actualmente carecem de reformulações a vários níveis. Para tudo isto é preciso mudar as mentalidades da tripulação e dos passageiros, a tal “reengenharia das mentalidades” que já alguem muito eloquente propos, o alfabetismo foi uma das forças motrizes a 30 anos a esta parte, desta feita devemos combater a iliteracia e assim de uma forma natural contrariar esta tendência para a desresponsabilização que tanto contribui para futuro incerto. Sustentabilidade e desenvolvimento não necessários hoje mais do que nunca, em Portugal é necessário ousar, precisamos de novas formas de liderança, o mundo esta aberto ao nosso país, precisamos de estratégias radicais, implementa-las de forma a capitalizar da forma mais eficientes.
Temos um país que nos últimos 30 anos gozou de moderada prosperidade e relativo sucesso, principalmente a nível social, conseguindo uma evolução fenomenal que nos coloca no topo do ranking mundial entre os mais prósperos países, estamos no 27º lugar no IDH das Nações Unidas.
Aparte desta realidade “prazenteira”, não navegamos rumo ao futuro, limitamo-nos a flutuar sem que até agora se tenha escolhido qualquer tipo de rumo definido e concreto com vista a sustentabilidade do “barco”. Não se dotou de meios nem infra-estruturas ou sequer delineou estratégias de fundo tendo em conta uma realidade a médio-longo prazo no campo económico.O País tem reduzidas dimensão, tanto geográfica como económica, encontra-se afastado dos centros decisores (sim é membro e pleno direito da EU, mas o seu peso é simbólico e esvaziado de qualquer influência!) e enfrenta por isso os efeitos da globalização em toda a sua abrangência (cultural económico-social). Portugal sofre do conservadorismo tipicamente europeu, particularmente o mediterrânico, concentra nas suas bandeiras sociais (desemprego e a consequente manutenção a curto prazo etc.) todos os esforços, cultiva de certo modo como referência um dos autores, a imagem de se “viver a conta do estado”. Coloca-se assim de lado problemas imediatos e perigos potenciais como o aumento das importações ou a perda exponencial de competitividade que é um problema já decorrente e que não cessa. Existe ainda um clima microeconomico que considera a abertura de novos mercados um perigo, quando o deveriam visualizar como uma oportunidade de espaço e crescimento. Precisamos de um rumo, de um novo modelo de desenvolvimento, e que seja considerado o quanto antes, pois assim arrisca-se a ir ao fundo e ver-se numa tremenda crise económico-social. A tão em voga revolução digital, mais do conhecimento geral como o choque tecnológico, é apenas uma das variáveis, não se pode apostar apenas em parte para que esta actue como solução para um problema bem mais abrangente. É preciso aumentar a produtividade, estimular a criatividade, flexibilizar a mão-de-obra, empreendorismo precisa-se. É preciso acabar com o “queixo-me” geral (espelho disso são os lobby’s sindicais, que colocando entraves limitadores sem fundamento numa economia de mercado). Se o barco Portugal necessita-se de um cognome para o futuro esse seria a “Sustentabilidade”. Estamos perante um mundo dinâmico em constante mutação, deveríamos apostar no turismo, nos serviços, nos têxteis e em tudo em que temos uma palavra a dizer, know how ou somos já reconhecidos na cena internacional, potencializar assim as nossas mais valias, vantagens competitivas e criar valor acrescentado não só para o país mas também para o mercado internacional. Necessitamos numa contínua aposta na formação, tanto dos empregados como dos empresários, estas actualmente carecem de reformulações a vários níveis. Para tudo isto é preciso mudar as mentalidades da tripulação e dos passageiros, a tal “reengenharia das mentalidades” que já alguem muito eloquente propos, o alfabetismo foi uma das forças motrizes a 30 anos a esta parte, desta feita devemos combater a iliteracia e assim de uma forma natural contrariar esta tendência para a desresponsabilização que tanto contribui para futuro incerto. Sustentabilidade e desenvolvimento não necessários hoje mais do que nunca, em Portugal é necessário ousar, precisamos de novas formas de liderança, o mundo esta aberto ao nosso país, precisamos de estratégias radicais, implementa-las de forma a capitalizar da forma mais eficientes.
obrigado, foi o André do Carmo
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