"Tal é muitas vezes o efeito de uma maledicência ditada pela cólera ou pela inimizade: ela cura nossa alma de uma doença insuspeita que tínhamos negligenciado." - Plutarco
Mesmo que a crítica ou até mesmo a maledicência de uma inimizade, sejam motivadas pela "inveja", até nessa situação Plutarco tem um precioso conselho para nós dar, "A inveja de nossos inimigos é um contrapeso à nossa negligência. Além disso, nós nos vingamos utilmente de um inimigo afligindo-o com o nosso próprio aperfeiçoamento moral." Lembrem-se que o mesmo fogo que queima, serve para iluminar e aquecer, portanto, é utilizar as fagulhas da língua dos teus inimigos da melhor forma possível.
Acrescento ainda as sabias palavras de um filosofo não tão na moda, mas que a sua sapiência como que me iluminou, e passo a citar "Para os que se preservam, há necessidade de amigos sinceros e inimigos ardentes, uns nos afastam do mal por suas advertências, os outros, por sua censura." - Antístenes
Quem de nós ainda não experimentou inimizades gratuitas?
O mundo está cheio de pessoas que passam a não gostar de outras, sem motivo algum para estabelecer a inimizade.
Sem motivo algum?
Pessoas que não suportam outras, que vivem de "cara feia" quando se vêem próximas a essas outras e até se armam contra elas sem que as mesmas lhes dessem, em algum momento, o menor motivo para aquela situação de ânimo.
Trata-se de desequilíbrio espiritual, esquisitice emocional, perturbação, mau humor crónico, poluição mental etc.
Não tem sentido, não há lógica e não há razão em alguém estabelecer essa inimizade.
Quando se coloca uma coisa na cabeça, congela-se a ideia, cristaliza-se o conceito e não se faz o menor esforço em analisar-se a si próprio para saber se há ou não algum engano nas suas conclusões.
Eu já escrevi, "enfocando" nessa terrível problemática do comportamento humano aqui, porque a gravidade e as consequências disso têm sido terríveis em toda história do ser humano.
Onde é que fica a nossa capacidade de raciocinar? Onde é que fica a nossa inteligência?
A manutenção de uma inimizade gratuita, assim como qualquer outro tipo de inimizade, além de ser uma tremenda "burrice", representa uma das maiores agressões que cometemos para com nós mesmos.
Bem aqui ficam mais umas linhas de desconcerto total, de mim para o mundo...
By Focke-Wulf Corp.
Vivemos numa sociedade onde a hipocrisia parece fazer parte do dia a dia das pessoas, sem que contudo dêem com isso.
É preciso identificar a nossa própria hipocrisia, diferenciarmos a mesma de uma consciência esforçada, um esforço que certamente nós levará a então almejada mudança.
Esforço esse que só existe com persistência, fazer um esforço para que através da nossa vontade estarmos em harmonia com a nossa consciência, está é a chave para vencer a hipocrisia.
Falta qualquer coisa, falta amor-próprio, verdade e vontade.
É preciso fazer a diferença e sair o quanto antes da hipocrisia. Estabelecer uma acção prática com o objectivo de preservar em condições ideais os nossos princípios morais.
"Tu és Aquilo. Tudo isto é Aquilo. E só aquilo é" Vedas Hindús
Será preciso dizer mais do que isto? Um bem-haja a todos...
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Fazerem-me o favor de serem felizes!
By Focke-Wulf Corp.
Quando um colega perde a capacidade de resistir ao "bichinho" do plágio é porque algo vai mal no Reino da Dinamarca. O acto de plagiar é por mim considerado um crime hediondo. Apenas um mau colega o poderá premeditar, demonstrar tamanha falta de escrúpulos, desonestidade e uma latente falta de ética profissional (neste caso estudantil). Aos poucos os argumentos condenatórios resvalam para o campo da moral. No comportamento demonstrado pelos colegas existem indícios claros de vileza, vulgaridade e lascívia.
É claro que o colega poderá sempre alegar que o crime foi passional, argumentando que o não resistiu a um impulso irracional de apropriação indevida da criação alheia e agiu por "amor", não por inveja ou cobiça.
Se um texto é uma espécie de filho que colocamos no mundo, a moral ensina-nos que o melhor é que não seja fruto de um "incesto". O plágio é um incesto que se realiza com um irmão ou irmã de ofício, que nos seduziu através do seu talento e bom trabalho. O atração por plagiar é como um desejo "incestuoso", desejo sentido devido ao sentimento de imperfeição do próprio trabalho.
O plágio é por mim e pelos meus pares considerado como um vulgar crime motivado pela falta de ética, mesmo sendo encarado como um acto passional e até mesmo um incesto. No nosso mundo, o mundo académico, não conseguimos evitar um sentimento misto de repulsa e compaixão pelo "criminoso plagiário", considera-o mais uma pobre vítima de uma "tentação demoníaca".
Eu, considerado pelos meus pares como sério, consistente e até inovador (porque não) sinto que é uma falta muito grave e até de invasão da minha privacidade e dos meus demais colegas de grupo, a perpetração de tais actos. Dificilmente, porém, conceberei um perdão por tal acto ignóbil e vil, o plágio, uma vez que é comprovado e presumido.
Posso então, contando com o aval do meus colegas, concluir que uma interdição tão severa como a que paira sobre o acto de plagiar levado a cabo por colegas nossos só pode mesmo ser explicada pela existência de um desejo intenso de transgressão. Com tão pungente peça acusatória o veredicto final só poderá ser a condenação ao ostracismo intelectual.
Assim não caros colegas, assim não!
P.S.: Em 28 de Janeiro do presente ano, Carla Sofia Silva, Afonso Martins, e provavelmente Sandra Silva (não, não são parentes) "desmarcam-se" de toda e qualquer participação nesta "crítica", não colaboraram nem em espírito nem logisticamente(demostraram uma grande relutância e desagrado)! As minhas mais sinceras desculpas aos três, onde se lê “grupo” ou “nós” entendam os " meus botões". Obrigado
By Focke-Wulf Corp.
Hoje vai ser o dia mais infeliz do Inverno, a acreditar nos investigadores da Universidade de Cardiff, no Reino Unido. Os especialistas estabeleceram uma fórmula que aponta o dia 24 de Janeiro como o mais propício à infelicidade e à depressão.Os efeitos do tempo frio, molhado e escuro de Janeiro depois do período acolhedor do Natal, juntamente com os gastos extra de dinheiro nos saldos são indicadores que levaram o investigador a acreditar que o dia 24 de Janeiro vai ser especialmente perigoso, já que passa exactamente um mês das Festas.
Bem eu já me sinto triste, e só para juntar a isto e agonizar tudo, amanha faz trinta anos que Winston Churchill pereceu, o último grito do herói acabado de fazer 90 anos.
Um bem haja a todos, força na luta contra o dia mais triste do ano!
Bem o Dakar é uma das mais difíceis e extenuantes, assim como longa prova de todo terreno do mundo! Eu particularmente não sou fã de todo terreno nem tão pouco de rally, mas há algo que me cativa no Dakar, algo invisível como que uma ligação especial entre os concorrentes, que apesar de competirem se olham com admiração e respeito, uma competição saudável e construtiva! Eu encaro a competição apenas como um pretexto para testar tanto o espírito humano como o seu engenho e técnica, uma desculpa para se passear nos lugares mais remotos e insípidos da terra, contacto com nativos que espelham na sua face milhares de anos de existência e tradição ancestral! Eu sou um condutor de estrada, esforço-me por comprir o código e não colocar ninguém em perigo, acho que falta um pouco de espírito e respeito aos condutores em Portugal, falta o espírito único que o Dakar nos proposiona. Eu adorava ter a capacidade de tanto financeira como atributos e "skills" para estar ah altura do evento, mas como não posso só me resta o respeito e admiração que nutro por todos aqueles pilotos desde as motas aos camiões, são como irmandade que todos os anos se esforçam por se encontrar, testando assim a sua vontade e coragem! Aqui deixo os meus comprimentos e respeito por Fabrizi Meoni, piloto de moto Italiano que pereceu durante a 11ª etapa do Barcelona-Dakar, é a 41ª vítima mortal desde a edição inaugural do Dakar, em 1979. São todos heróis no teste a resolução humana em capacidade e espírito, que a sua memória e acções perdurem para toda o sempre como às areias do deserto da Mauritânia.
Aqui fica o meu tributo a coragem e determinação humana, passível de ser observada nos espíritos inquietos do qual o Dakar se alimenta.