Venho por este meio anunciar o lançamento da minha homepage, a primeira no verdadeiro significado da palavra, ainda está em fase experimental, as únicas coisas que permaneceram deveram ser as cores e tons (laranja e azul), tudo o resto está ainda em fase de teste, isto a medida que eu vou aprendendo, mediante a minha disponibilidade mas não só.
Desde já agradeço a esse grande companheiro e amigo o André G. Casal aka Global Grooves, o mentor e motor desde arranque, desde já de referir que foi ele o responsável pelo actual template, eu diria que em 99%. Conto com ele para me ajudar a fazer uma coisa com pinta, e de agradável navegabilidade, pretendo que seja o meu spot na net.
A página de momento encontra-se a ser servida por mim mesmo ( SimpleServer) através do meu computador, algo que leva a que esteja durante horas offline, estou a procura de um servidor para alojamento, de preferência gratuito, quem tiver conhecimento, é fazer favor de me comunicar, o meu desde já obrigado. O meu dominio é dos bons, é dos gratuitos, cortesia de bons rapazes.
A página encontra-se a ser elabora através do programa da Macromedia, o Dreamweaver MX 2004, mas como é um programa algo denso e complexo, serão necessárias muitas horas de exploração, assim como de requisitar ao Global Grooves, está feito ao bife.
Como puderam ver os botões não funciona, é necessário colocar o botão por cima para assim se poder visualizar os parcos conteúdos, estou a tentar resolver, mas não está fácil, pois o template assenta num ficheiro PNG do Fireworks MX 2004, e ainda não sei como fazer os botões funcionar devidamente, mas como é uma página de brevemente, mãos a obra, existe muito por fazer!
Ao mesmo tempo, surgiu o PC (personal computer), e este acompanhou o ritmo de evolução das consolas a nível de jogos, embora sempre um passo a frente. Com essa evolução vulgarizaram-se os jogos 3D e subsequentemente foi necessária a criação de hardware capaz de ajudar na renderização dos mesmos. Assim, tal como houve a “febre das consolas”, hoje há a “febre” das placas gráficas. Fabricantes como a NVIDIA ou ATI fazem biliões na comercialização de placas gráficas, pois para correr os mais recentes jogos é necessário equipamento actualizado. Com as correntes e capacidades do hardware e a experiência que os criadores de jogos adquiriram, está-se a observar uma completa revolução no conceito de videojogo. Com universos cada vez mais imersivos, os jogos actuais estão a aproximar-se cada vez mais dos filmes, mas enquanto estes apresentam uma realidade fixa ao espectador, os jogos permitem ao jogador ser o herói, viver ele mesmo as emoções, sentindo que ele é que escolhe o final da aventura. No mínimo interessante não?
Presto desde já aqui a minha possível homenagem ao pai do computador, do conceito e da técnica pioneira, um grande homem que colocou termo a vida pouco antes da sua visão se tornar realidade, um homem que tudo deu ao mundo sem que para isso tenha reclamado algo para si. Good speed Alan Turing Sentidos cumprimentos a toda a comunidade
No ano de nosso senhor de 1962 um brilhante estudante do MIT escreveu um jogo, Space Wars, para um dos computadores mais potentes da altura, o PDP-1 (para quem não sabia), para demonstrar as potencialidades deste. O jogo foi um sucesso tal e os estudantes de várias faculdades deram por si a jogar Space Wars nos tempos livres em vez das tão populares mesas de pinball. O vício estava a começar. Em 1971 foi lançada uma máquina de jogos a moedas (foi o inicia da razia). A partir dai tudo foi automático. Surgiram companhias como a Atari (gostava de lá ter umas acções, ai avô porque é que não compras-te umas quantas acções na altura!) e a Magnavox, que conceberam consolas para ligar a televisão, tendo grande sucesso junto dos consumidores. Íamos no ano de nosso senhor de 1986, foi um ano decisivo. Surgiu a NES da Nintendo (olá Mário, bem-vindo!). Os gráficos eram surpreendentes. Foram feitos jogos fantásticos para esta consola. Mas não tardou a surgir a Master System (tive uma!), um fiasco da SEGA, que apesar de ter maiores capacidades, não apresentava jogos tão bons como a NES. Ai começou a grande guerra das consolas. Nintendo, Sega e Atari foram as primeiras companhias a esforçarem-se para produzir consolas cada vez mais potentes que iriam deliciar viciados em todo o mundo. Mega Drive (as horas que perdi com esta pequena maravilha!), Super NES, NeoGeo, Saturn (também tive uma!), PlayStation (bem-vinda a guerra Sony!), Nintendo64, Dreamcast (a última consola que comprei, adeus Sega!), Playstation2, XBox (welcome Microsoft) e GameCube (o regresso da Nintendo!) foram as mais badaladas consolas até hoje. Com a passagem do tempo, foi-se observando uma potente evolução das capacidades destas, a nível de realismo, qualidade de gráficos e jogabilidade. (espectáculo, a “gente” agradece!)
Em 1958 Willy Higinbotham era o chefe da divisão instrumental do laboratório de Brookhaven. O Brookhaven Centro de investigação nuclear era "patrocinado" pelo governo dos Estados Unidos da América, quando a guerra-fria estava no seu zénite. A população local não estava contente com a presença de materiais radioactivos na vizinhança e próximidade das suas casas, e o medo das pessoas era constantemente alimentado pelos filmes de ficção científica repletos de imagens de mutações por radiação. A direcção do Brookhaven decidiu então organizar visitas guiadas as instalações para demonstrar ao público o que se fazia no centro e provar que este era seguro. Estas visitas eram conduzidas normalmente, à semelhança de um museu, por cartazes, fotos e equipamento. Mas Willy decidiu fazer algo diferente. Com seu colega Rovert Dvorak, desenvolveram um sistema para entreter os visitantes através da simulação de um jogo de ténis virtual. Como? Ligando um computador analógico concebido especialmente para o efeito a um osciloscópio com controladores feitos com blocos de madeira e interruptores simples, conceberam um jogo de Ténis com um sistema físico realista, simulando vento, gravidade e colisões da bola com o chão, as raquetes e a rede. Tudo feito com válvulas e transístores (os quais tinham acabado de ser inventados). Depois de 3 semanas de design e implementação, estava terminado. Na exposição, verificou-se que as pessoas perdiam mais tempo a ver e jogar "Tennis for 2" do que a ver o resto da exposição. Na maior parte das visitas escolares, os estudantes tinham de ser tirados de lá à força. E assim o primeiro videojogo tinha nascido.
Hoje em dia, a indústria de videojogos factura milhões por ano, rende e movimenta mais activos do que a indústria cinematográfica e a discográfica, joga-se em todo o lado a qualquer hora. Até as crianças da 1ª classe já jogaram computador. Mas no meio deste cenário nem tudo é legal. Tal como nos filmes e música, há sempre um lado ilegal, os videojogos não são excepção. Embora não seja tão fácil gravar um videojogo pois são necessários alguns conhecimentos básicos, hoje em dia, com a massificação da Internet e dos gravadores de CD's e DVD’s, a pirataria informática abrange o mundo inteiro. A pirataria informática causa enormes prejuízos aos criadores de jogos, estando provado que a maior facturação destes é nos primeiros dias em que os jogos são lançados, enquanto o jogo não foi “crackado” e distribuído por todo o lado. A pirataria viola os direitos de autor, e é um crime punido por lei, mas mesmo assim o fenómeno não abranda. As razões do constante crescimento da pirataria devem-se não só ao fácil acesso aos mecanismos para tal, mas também a politica de preços altos nos produtos multimédia Na minha opinião é importante debater esta questão, pois é um questão e “movimento”, se é que assim se pode chamar, cada vez mais encarada como algo normal e não ilegal.
Ora sejam muito bem vindos aos meus domínios, este blog vale o que vale, nem o considero um blog na verdadeira essência do que um verdadeiro blog deve ser, representar ou ser mantido, mas enfim…é o possível dentro da adversidade em que existo neste meu pequeno mas imenso mundo!
Como já repararam a uns tempos atrás levei a cabo uma renovação de layout, acrescentei um “meter”, uns ícones coisa e tal, uns banners para o Skype, do qual sou um acérrimo utilizador (ou tento), no fim um atalho para um motor de busca, coisa e tal…a coisa ate está gira, não?
Opa a cena da doação é engraçada, e ainda não colou, espero que alguém tenha a bondade, isto de navegar na Internet não é de graça, mas também estas linhas nada valem, ou valem o que valem…escrevo de vez em quando, por piada…como escape ou outra coisa qualquer sem justificação…é a minha marca subjectiva e difusa nesta auto-estrada da informação como Al Gore tão eloquentemente lhe chamou.
Os links são para outros pseudo blogs, e ate um para um photoblog que mantive ate a uns tempos, depois passou a ser pago, como é óbvio acabei por desistir! Piada tem a secção da direita com o nome pomposo de “Editor” com um link para o e-mail, escusado será dizer que ate agora nunca recebi nenhuma e-mail, os comentários nos pequenos textos são sempre díspares, criticas ou “vai-te embora páaa”, enfim os textos sinceramente, nem eu que os escreve me digno a relê-los, erros não faltam, a estrutura destes é um atentado a língua Portuguesa! Mas cá continuam a aparecer a espasmos estas linhas, umas mais que outras, sem lógica ou não, é um direito que em assiste, só lê quem quer, e como é notório, ninguém quer, mas elas continuam aqui!
Peço a todos que cliquem nos banners, pois de uma forma ou outra, sem muito trabalho estão a ajudar-me, peço especial atenção para o Skype pois é um programa que penso ser útil a todos independentemente dos fins, é um meio de comunicação por excelência e a ter em conta! Já o banner que aparecerá em todos os post's partir de hoje, é de especial importância para mim, pois é uma parceria internacional com um site de t-shirts, as melhores para mim, do género é claro, não pretendo ferir susceptibilidades, por favor visitem e comprem, ganham vocês e eu!
Acho que vou começar a escrever sobre filmes, jogos e coisas de que gosto e tenho opinião formada, nada de muito elaborado, pequenos textos e com mais regularidade, afinal estou de férias e nada faço, sinto-me mais cansado do que quando tenho mesmo coisas para fazer!
Cumprimentos
P.S.: As minhas mais sinceras desculpa a Língua Portuguesa e ao Camões, pois andei muito tempo, demasiado aliás, a escrever “cOmprimentos”! By Focke-Wulf Corp.